 Depois de três dias de valorização, e máximas acima dos 69 mil pontos, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda nesta terça-feira (15). Por volta das 12h50, o Ibovespa caía 0,24%, aos 69.186 pontos. Em Wall Street, os futuros seguiram oscilando em baixa após a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês). A inflação no atacado subiu 1,8% no mês passado, superando o esperado. Descontando os alimentos e a energia da conta, o núcleo do PPI subiu 0,5%, também acima do previsto. Logo mais os agentes recebem a produção industrial americana em novembro.
No campo corporativo, mais um banco americano devolverá dinheiro ao governo. Seguindo os passos do Bank of America e Citigroup, o Wells Fargo devolverá US$ 25 bilhões que tomou emprestado.
Por aqui, atenção para os papéis do Banco do Brasil e para os recibos do Banco Patagônia. O presidente do BB, Aldemir Bendine, confirmou, há pouco, que negocia a compra da instituição argentina.
Na Europa, o dia começou com alta, mas as ordens de vendas começaram a se acumular. Há pouco, o FTSE-100 perdia 0,52%, enquanto o Xetra-DAX, de Frankfurt recuava 0,13%.
No câmbio, o dólar avança contra o euro, conforme os bancos dos EUA dão sinais de recuperação. Com a moeda americana ganhando força, as commodities perdem força. Por aqui, o dólar comercial também avança contra o real. Há pouco, a moeda valia R$ 1,761 na venda, alta de 0,97%.
Na véspera, o Ibovespa se aproximou dos 70 mil pontos, mas faltou força para chegar até lá. Ainda assim, o índice marcou nova máxima de fechamento para o ano ao subir 0,12%, para 69.349 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 5,34 bilhões.
Em Wall Street, dia também terminou de forma positiva. Dow Jones teve acréscimo de 0,28%, enquanto o S & P 500 e o Nasdaq ganharam 0,70% e 0,99%, respectivamente.
A terça-feira foi de perda para os principais mercados asiáticos. Tóquio cedeu 0,22%, e Hong Kong e Xangai recuaram 1,23% e 0,86%, respectivamente. Destoando, Seul garantiu leve alta de 0,06%.
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